segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MMX: resultado do 3T10 marca uma guinada na nossa história, afirma presidente



Por: Rafael de Souza Ribeiro
12/11/10 - 18h10
InfoMoney


SÃO PAULO - Neste terceiro trimestre, a MMX Mineração (MMXM3) surpreendeu. O lucro  de R$ 85,8 milhões, o maior da história em termos trimestrais, “marca uma guinada na nossa história (...) a partir de agora as coisas serão diferentes, bem melhores”, destaca Roger Downey, presidente e diretor de Relações com Investidores da MMX, em teleconferência realizada nesta sexta-feira (12).
Outro marco importante ocorrido entre julho e setembro deste ano foi a entrada da sul-coreana SK Networks como acionista da empresa via subscrição de ações, processo que integralmente movimentará até US$ 2,2 bilhões. Através desta operação, a mineradora fará a aquisição do Superporto Sudeste, empreendimento“que será o catalisador no futuro (...) tornará a empresa mais eficiente com um preço menor”, ressalta o presidente.
Além disso, nestes nove meses, a MMX produziu 5,6 milhões de toneladas de minério de ferro, um recorde para a empresa. No período, a companhia produziu mais que nos 12 meses de 2009 (5,2 milhões de toneladas) e 2008 (5,0 milhões de toneladas). A produção de 1,9 milhão de toneladas de minério de ferro no terceiro trimestre também é um novo recorde, ficando 26% acima na comparação com o mesmo período do ano passado, apesar das paradas para manutenção.
Paradas estratégicas para manutençãoSegundo Downey, as paradas tiveram impacto no custo médio da companhia, mas, com o “bom trabalho da empresa para reduzir os nossos gastos”, no final das contas a MMX fechou o trimestre com um incremento de 4 pontos percentuais na margem bruta, que “poderia ser maior sem as paradas”, ressalta. Além disso, as manutenções terão impacto amplamente positivo nos próximos trimestres.
“Trabalhamos na manutenção e reformulamos com mais eficiência e produtividade (...) o impacto no futuro será muito bom, com maior produtividade”, projeta o presidente. Segundo Downey, o mix de maior eficiência e logística é a fórmula para o sucesso da MMX.
Apostando em logística para fomentar o mercado
Como dito anteriormente, o Superporto Sudeste será o catalisador da MMX no futuro e Downey detalha o porquê. Para o presidente, o mercado está trabalhando com uma projeção pessimista em relação à velocidade entre oferta e demanda.
Mesmo sendo um processo natural, para o presidente da MMX, o excesso de oferta profetizado pelo mercado para os próximos anos será pouco mais retardado e a MMX estará pronta para enfrentar os dois lados da moeda. O segredo: a logística.
Segundo Downey, a estrutura do Superporto Sudeste, somada aos projetos já existentes para transporte de minério de ferro, culminará em uma superestrutura. “Tendo um sistema integrado, estaremos mais confortáveis para enfrentar as flutuações do mercado”, ressalta.
Ainda sobre o mercado, o presidente fez questão de destacar os contratos de venda de longo prazo firmados ao longo do ano. Todas as operações da MMX já estão comprometidas, “reduzindo o nosso risco e suportando o financiamento da nossa expansão” .
Projeto de expansão e novas metas“Estamos trabalhando forte para atender a segunda demanda da empresa, que é a expansão através de aquisições”, destaca o presidente, que não descarta ampliar sua malha portuária nos próximos anos.
Perguntado sobre os impactos no caixa da companhia, natural quando falamos de aquisições, Downey se diz tranquilo e acredita que todo investimento previsto será recompensado. Segundo ele, em 2011 os efeitos ainda serão sentidos, mas em 2012, quando os projetos já estiverem maduros, “será a grande diferença”.
Sobre as metas de produção para o próximo ano, o presidente da MMX não quis fazer previsões numéricas, mas deu a dica: “Temos recebido ágil por conta da qualidade do minério de ferro vendido (...) fizemos upgrade nas plantas e isso resultará em um volume maior em 2011 frente este ano”.

sábado, 13 de novembro de 2010

EXPLICAÇÃO SOBRE OS INDICADORES QUE USO NAS ANÁLISES TÉCNICAS

Há pelo menos dois tipos elementares de INDICADORES: 

1 - Rastreadores: são próprios para utilizar junto a TENDÊNCIAS, ou seja, mercados em desenvolvimento para cima ou para baixo 

2 - Osciladores: são próprios para utilizar junto a ACUMULAÇÕES, ou seja, mercados que não sobem nem caem, ou então para ESTIMAR A FORÇA E PROBABILIDADE DAS TENDÊNCIAS.
  • RASTREADOR MACD: 
MACD é a abreviatura de Moving Averade Convergence/Divergence. Isto significa que o MACD nada mais é o cálculo da diferença entre duas médias móveis. 

Por "padrão de mercado", estas duas médias móveis são de 12 períodos e 26 períodos. Então, quando a média móvel de 12 períodos está convergindo de cima pra baixo em direção à média de 26, o mercado está em queda, e quando converge de baixo pra cima, está em alta. 

Quando a média de 12 está acima da média de 26, o MACD é positivo.
Quando a média de 12 está abaixo da média de 26, o MACD é negativo.
Quando as médias se cruzam, o MACD é zero pois a diferença entre as duas é zero

  • OSCILADOR MACD: 
Por definição, os indicadores do tipo OSCILADOR medem sempre a FORÇA da tendência, e sua provável reversão. Assim é com o Estocástico, com o IFR e, também com a segunda forma de MACD, o MACD HISTOGRAMA. 

O MACD histograma nada mais é do que a diferença entre o sinal e o MACD. 

Se a média de 12, que é mais rápida, divergir muito rapidamente da de 26, ocorrerá que o valor absoluto do MACD crescerá rapidamente. Sendo o sinal uma média móvel do MACD, tal sinal demorará a acompanhar a evolução. Teremos então um brusco aumento na diferença entre MACD e sinal. 

Esta diferença é plotada graficamente no Histograma. Este gráfico, corresponde, portanto, à força da tendência. 

Quando uma tendência é muito forte, ela tende a abrandar. Logo, este é o objetivo primário do Histograma: verificar a força das tendências e, de acordo com esta força, estimar quando haverá uma virada.
  • DR. ELDER - FORCE INDEX:
O Force Index (FI) é um indicador cujo cálculo envolve 3 variáveis essenciais : a direção da mudança de preço ( se subiu ou caiu ), a extensão dessa mudança de preço, e o volume.
Sua fórmula é : FI = volume hoje * ( preço fechamento hoje - preço fechamento ontem ) Se o preço de fechamento hoje é maior que ontem, o FI calculado do dia é positivo , caso contrário é negativo. A amplitude do FI é determinado, ou pela diferença do preço ou pelo volume. Na resultado da fórmula acima é aplicado ainda uma média móvel exponencial de 13 ou 2 períodos. O FI(13) mostra o poder dos que forçam a alta ou a baixa. Quando FI(13) é positivo, maior a força dos que querem a alta , e quando FI(13) é negativo maior a força dos que querem a baixa. Diver- gência entre a inclinação da curva do preço e a da FI(13) mostram que uma reversão é iminente. O FI(2) é um indicador muito sensível, tão sensível que é melhor usá-lo como ajuste fino de outros indicadores. Quando um indicadores de tendência ( como ADX ou MACD ) identificam uma tendência de alta e FI(2) é negativo, há um provável ponto de compra. Quando indicam tendência de baixa e FI(2) é positivo, então há um provável ponto de venda. O que se pretende nestes casos é tentar comprar o mais barato possível quando uma alta é detectada ou vender o mais caro possível em um momento de queda.
  • OBV (ON BALANCE VOLUME):
É um indicador usado para medir o fluxo positivo ou negativo do volume. O conceito básico é que o volume precede o preço da ação. O cálculo do OBV é simples, quando a ação fecha em baixa é subtraído o valor do volume do dia no indicador, quando a ação fecha em alta é somado. Quando o preço é estável não é adicionado nem subtraído. Conhecer o valor numérico do OBV não é importante. O que é importante é saber sua direção, se está subindo ou descendo. É usado para confirmar tendência. Se o preço da ação sobe e o OBV também, ocorre uma confirmação da alta. Porém se a ação está subindo e o OBV está caindo, essa divergência é um alerta de que a alta poderá não persistir. Do mesmo modo, se o preço da ação cai e o OBV também, ocorre uma confirmação da baixa. Porém se a ação está caindo e o OBV está subindo, essa divergência é um alerta de que a baixa poderá estar no fim. Como todo indicador, deve ser usado em conjunto com outros para uma tomada de decisão.
  • BANDAS DE BOLLINGER:
Entre os indicadores utilizados na análise técnica, as bandas de boolinger (Bolliger Bands), estão entre as mais utilizadas pelos analistas técnicos. Criado por John Bollinger em 1980. Elas mantêm uma relação com a volatilidade, podendo nos ajudar a antecipar movimentos e identificar pontos de compra e venda.

Observando um ativo ao longo do tempo, é possível perceber períodos de alta volatilidade e outros bem tranqüilos. Na análise, percebemos que o ativo dificilmente foge de uma determinada região, sendo atraída para uma zona. Esta zona é identificada com a utilização de médias móveis.

As bandas de Bollinger são formadas por três linhas, traçadas a partir de uma determinada distância de uma média móvel. A banda intermediária é uma média móvel comum e funciona como a base das demais bandas, que ficam posicionadas acima e abaixo da média móvel. A linha intermediária normalmente é uma média móvel de 20 dias.

Regras de Interpretação
Existem diversas maneiras de interpretar as bandas, vamos ver algumas delas:

Estreitamento
Ocorre quando acontece uma diminuição na volatilidade de um ativo. As bandas aproximam-se, deixando um canal muito estreito. Essa formação representa a calmaria que antecede um forte movimento.

Alcançando as Bandas
Quando a cotação alcança uma das bandas, consideramos o mercado comprado ou vendido, momento este, considerado favorável para entrar no mercado, se estiver vendido ou sair dele, se estiver comprado. Assim, à medida que o gráfico toca ou cruza a banda alta o mercado pode ser considerado comprado, em sentido contrário, quando o gráfico toca ou cruza a banda baixa, o mercado pode ser considerado vendido.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

DOW JONES FUTURO (fechamento 12/11/2010)

O Índice DOW JONES FUTURO segue seu processo de retração que já dura 5 pregões e fecha valendo 11.146 (-0,889%) pontos, tendo feito uma mínima de 11.105 e uma máxima de 11.250 pontos.

Indicadores:
  1. FORCE INDEX (ELDER): entrou fortemente no campo negativo = RUIM;
  2. RASTREADOR MACD: MME 12 acima da MME26 indicando tendência de Alta = BOM;
  3. OSCILADOR MACD: mercado VENDEDOR desde o pregão de ontem e hoje perdeu muita força = RUIM.
O objetivo da retração é entre os seguintes valores: 11.065 pontos (23,6%), 10.844 (38,2%) e 10.665 (50%). Poderá ir até 10.486 pontos (61,8% de retração, mas não é muito usual).

A MME72 está em 10.812 pontos. Este número é importante porque é uma média móvel muito forte, onde o índice poderá bater e voltar.


MMXM3 (fechamento 12/11/2010)

MMXM3 - Diário

Com um giro financeiro de 48M o ativo fecha cotado em 13,90 (-3,15%) tendo feito uma máxima de 14,32 e uma mínima de 13,75.

O ativo sentiu a forte resistência em 14,35 e, devido à todos os problemas externos principalmente na China, houve uma realização normal (na minha opinião). 

Indicadores:
  1. OSCILADOR MACD = Indica sinal de mercado COMPRADOR = BOM;
  2. RASTREADOR MACD = Indicando Tendência de Alta desde 15/10/2010 - FUNDO DO GRÁFICO VERDE = BOM;
  3. ELDER - FORCE INDEX = Campo negativo (candle de cor VERMELHA) = RUIM;
  4. OBV - acompanhando a cotação (linha vermelha no gráfico) = BOM;
  5. SANTO - está em uma faixa de indicação de compra = BOM;
  6. LTA - Está acima da LTA de curto = BOM;
  7. BANDAS DE BOLLINGER - se estreitaram fortemente (indicativo de rally pela frente) = BOM.
O objetivo de onda da MMXM3 é de 14,85. Para isso temos as seguintes resistências: 14,35 / 14,50 / 14,70.

Como suporte imediato temos 13,87/ 13,44 / 13,21


ÍNDICE IBOVESPA (fechamento12/11/2010)

O Índice Ibovespa dá continuidade a sua retração e fecha o pregão de 12/11 valendo 70.367 pontos (-1,16%). Teve como máxima de 71.191 e mínima de 70.004 pontos.

Indicadores:
  1. RASTREADOR MACD - Índica que o Índice está em tendência de alta desde 03/09/2010 (fundo verde do gráfico) = BOM;
  2. Perdeu sua LTA primária (curto prazo) e a LTA secundária (médio prazo) = RUIM;
  3. Queda forte no OBV = RUIM;
  4. Índice de Força Elder 2 períodos (Oscilador) - Perdeu força (cor vermelha do candle) = RUIM;
  5. SANTO - Oscilador exclusivo do Trade System PHICUBE entrando no campo negativo = RUIM;
  6. OSCILADOR MACD - Dando sinal de MERCADO VENDEDOR desde 11/11/2010 = RUIM;
  7. BANDAS DE BOLLINGER - sem modificação = ?
O objetivo de retração para o IBOV era entre 71.479 e 70.472 pontos. Este objetivo foi alcançado no pregão de hoje. PORÉM o índice NÃO deu sinal nenhum de reversão (fundo), o que me leva a acreditar que irá realizar uma retração mais longa baseado na sua onda intermediária e não na secundária como vinha trabalhando (segue os dois gráficos para ficar melhor explicado).

RETRAÇÃO DA ONDA SECUNDÁRIA (Ultrapassado hoje)


RETRAÇÃO DA ONDA PRIMÁRIA

Notem que se realmente o Índice continuar seu processo de retração passamos a ter como objetivos valores compreendidos entre 69.551 e 67.553 pontos.

ATENÇÃO: Se o IBOV resolver voltar até 67.553 pontos não mudará nada a sua tendência de alta no médio/longo prazo, porém com a perda de 68.847 pontos o Índice perderá sua TENDÊNCIA DE ALTA no curto prazo já que estará fazendo topos e fundos descendentes.

MMX reverte perda e lucra R$85,8 mi no 3o tri

Por Denise Luna

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A MMX, braço de mineração do grupo EBX, do bilionário Eike Batista, apresentou nesta sexta-feira lucro trimestral, de 85,8 milhões de reais no terceiro trimestre, revertendo o prejuízo de 27,2 milhões de reais apurado em igual período do ano.

O lucro surpreendeu analistas como Antonio Emilio Ruiz, do Banco do Brasil, que esperava novamente números no vermelho para a mineradora.

"Eu esperava prejuízo, tanto que mudei hoje minha recomendação de hold (manter) para buy (comprar), disse Ruiz à Reuters.

Um dos fatores que contribuíram para o lucro, segundo Ruiz, foi a melhora da margem bruta da companhia, que já vinha de um patamar alto no segundo trimestre.

"A receita foi em linha com o esperado, mas as margens vieram melhores, o que indica que os preços do minério foram melhores", explicou Ruiz, lembrando que a margem bruta da empresa já vinha de um patamar alto no segundo trimestre.

"A sustentação do nível da margem foi muito bom, e isso fez dar lucro líquido", avaliou.

A margem bruta, que mede a rentabilidade da empresa excluindo os impostos sobre as vendas e o Custo do Produto Vendido (CPV), foi de 67 por cento no terceiro trimestre, ante 62,6 por cento no trimestre anterior, segundo informou o analita do Banco do Brasil.

EBITDA FORTE

A companhia registrou o segundo trimestre consecutivo de Ebitda ajustado positivo, atingindo 72,5 milhões de reais, 541 por cento a mais do que há um ano.

"Essa foi outra boa notícia, apesar de não ter havido diferença entre o valor do Ebitda ajustado para o Ebitda", disse o analista, explicando que o ajuste impactou períodos anteriores, e não o terceiro trimestre.

A produção de minério de ferro de julho a setembro subiu ligeiramente, para 1,897 milhão de toneladas, contra 1,844 milhão de toneladas do trimestre anterior. No mesmo período do ano passado a empresa produziu 1,502 milhão de toneladas do produto.

No acumulado do ano a MMX produziu 5,6 milhões de toneladas, superando a produção anual de 2009 (5,2 milhões de toneladas) e 2008 (5 milhões de toneladas).

A empresa, criada em 2005, vendeu 1,755 milhão de toneladas no terceiro trimestre, abaixo dos 1,833 milhão de toneladas do trimestre anterior. Desse total, 64 por cento foram para o mercado interno e 36 por cento para o mercado externo.

"O aumento de capital que estamos realizando permitiu entrada do parceiro sul-coreano SK Networks como acionista, a oferta para aquisição do Superporto Sudeste e aquisições de novos recursos e reservas de minério de ferro no estado de Minas Gerais" destacou em um comunicado Roger Downey, presidente e diretor de Relações com Investidores da MMX.

BRASIL ESTÁVEL

A companhia afirmou em relatório que as perspectivas para o crescimento do comércio transoceânico de minério de ferro permanecem positivas, puxadas pela China e outras grandes economias globais.

"Recentemente, já notamos uma recuperação da produção siderúrgica na China após o corte imposto pelo governo em setembro com o objetivo de economizar energia. O aumento na atividade industrial e a recomposição dos estoques nos portos chineses indicam que a demanda no quarto trimestre do ano irá se recuperar", afirmou a MMX.

"A redução da demanda na Europa, por sua vez, poderá ser compensada pela ampliação na Coreia do Sul, Oriente Médio e, em menor escala, no Japão", previu.

Para o Brasil, a companhia aguarda um quarto trimestre com demanda estável, devido aos altos estoques, mas com perspectivas de crescimento em 2011, refletindo o aumento de 12 por cento no imposto sobre importação do aço comprado a preços inferiores ao mercado interno.

"(A alta do imposto) deverá causar, a partir de 2011, uma redução na quantidade de aço importado e um aumento na produção nacional, o que, consequentemente, ampliará a demanda doméstica por minério de ferro", avaliou a MMX.



Reuters

MMXM3 - PRÉ RELEASE RESULTADOS 3T10

Segue o link do documento

http://mmx.infoinvest.com.br/ptb/2094/Earnings%20Release%203T10%20port_html/Earnings%20Release%203T10%20port.html

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

MMXM3 - ONDAS DE ELLIOTT (11/11/2010)

Segue projeção das ONDAS DE ELLIOTT para a MMXM3 baseado no gráfico diário.

OBJETIVOS:

  • Onda Secundária: 14,85
  • Onda Intermediária: 16,23
STOPS:
  • Onda Secundária: 13,41
  • Onda Intermediária: 13,04
OBS.: Ondas Vermelhas no gráfico indicam ZONA DE RESISTÊNCIA. Quanto mais forte a cor, maior a resistência.


MMX: analistas esperam forte alta da receita e lucro e Ebitda positivos no 3T10

11/11/10 - 18h55
InfoMoney 

SÃO PAULO - Beneficiada pelo aumento dos preços do minério de ferro, a MMX (MMXM3) deve mostrar Ebitda (geração operacional de caixa) positivo no 3T10 - o resultado é aguardado para a manhã da próxima sexta-feira (12). Analistas projetam que a melhoria do faturamento deve ser acompanhada também da expansão do lucro líquido da mineradora.

As projeções médias de Itaú e Bradesco apontam que a receita líquida deve mais do que dobrar entre julho e setembro, quando comparada ao resultado do terceiro trimestre no ano passado. Lucro e Ebitda devem inverter os sinais negativos vistos nos balanços do 3T09 e 2T10.

Destaques
O resultado deve ser favorecido pela não ocorrência de despesas extraordinárias da mesma intensidade do segundo trimestre, dizem os bancos Itaú e Bradesco, em relatório. No período anterior, o caixa da MMX foi prejudicado pelo pagamento de R$ 55 milhões não recorrentes para o encerramento de contratos de afretamento de navios.

Desta forma, o Bradesco assume uma elevação de 35,5% nos preços do minério de ferro na passagem trimestral, acompanhando as políticas de reajuste da Vale (VALE3, VALE5), enquanto o Itaú prevê aumento de 30%. Segundo o Bradesco, o Ebitda deve atingir R$ 41,3 milhões, um ganho que supera o tempo estimado pelo banco para retornos advindos da mineradora.

DOW JONES FUTURO (fechamento 11/11/2010)

O Índice DOW JONES FUTURO fechou valendo 11.247 (+0,044%) pontos, tendo feito uma mínima de 11.195 e uma máxima de 11.305 pontos.

O objetivo de onda é de 12.009 pontos e parece que o DJF chegará lá ou pelo menos perto dele. Porém, a partir dos indicadores, acredito que o processo de retração já está em andamento.

Indicadores:
  1. FORCE INDEX (ELDER): querendo entrar no campo positivo = BOM;
  2. RASTREADOR MACD: MME 12 acima da MME26 indicando tendência de Alta = BOM;
  3. OSCILADOR MACD: mercado VENDEDOR desde o pregão de hoje = RUIM

Iniciado o processo de correção temos os seguintes objetivos: 11.065 pontos (23,6%), 10.844 (38,2%) e 10.665 (50%). Poderá ir até 10.486 pontos (61,8% de retração, mas também não é muito usual).

A MME72 está em 10.803 pontos. Este número é importante porque é uma média móvel muito forte, onde o índice poderá bater e voltar.


MMXM3 (fechamento 11/11/2010)

MMXM3 - Diário

Finalmente!!! MMXM3 consegue sair da congestão e romper o tão temido 14,00 / 14,10 dando força para maiores altas. Com um giro financeiro de 47M o ativo fecha cotado em 14,30 (+2,95%) tendo feito uma máxima de 14,33 e uma mínima de 13,67.

Indicadores:
  1. OSCILADOR MACD = Mostrou sinal de mercado COMPRADOR a partir do pregão de hoje (11/11/2010) = BOM;
  2. RASTREADOR MACD = Indicando Tendência de Alta desde 15/10/2010 - FUNDO DO GRÁFICO VERDE = BOM;
  3. ELDER - FORCE INDEX = Campo positivo (candle de cor VERDE) = BOM;
  4. OBV - subiu MUITO fortemente no pregão de hoje (linha amarela no gráfico) = MUITO BOM (terceiro dia seguido de forte alta no OBV = sinal que a cotação está subindo com volume);
  5. SANTO - entrou em uma faixa de indicação de compra = BOM;
  6. LTA - Está acima da LTA de curto = BOM;
  7. BANDAS DE BOLLINGER - se estreitaram fortemente (indicativo de rally pela frente) = BOM.
O objetivo de onda da MMXM3 é de 14,85. Para isso temos as seguintes resistências: 14,50 / 14,70.

Como suporte imediato temos 13,67/ 13,62 / 13,36


OBSERVAÇÃO: Não podemos esquecer que 14,85 é o objetivo de onda. A partir deste ponto o ativo deve entrar em um processo de retração para só então buscar um novo objetivo ainda não traçado por mim. Lembro também que 14,70 é o TH da MMXM3.

STATUS DE CARTEIRA - 05/05/2022

     Fechamos a semana com a saída da PETR4 com prejuízo de 6,26, porém a carteira continua se valorizando. Neste momento está com um ganho ...